quarta-feira, 26 de agosto de 2009

O que significa?? - Segunda Parte

EVOLUCIONALISMO

Dicionário Aurélio - Doutrina filosófica e científica caracterizada por considerar a evolução a lei fundamental e a chave para uma ampla explicação universal, sua idéia predominante é a evolução. Adesão à teoria da evolução especialmente a dos seres vivos.

FENOMENOLOGIA

Dicionário de filosofia – “Descrição daquilo que aparece ou ciência que tem como objetivo ou projeto essa descrição” (ABBAGNANO, 2000)

Dicionário da língua portuguesa – Estudo ontológico dos fenômenos destinados a determinar as suas estruturas, a sua gênese ou a sua essência.

FUNCIONALISMO

Dicionário Aurélio - Os funcionários públicos.

Dicionário critico de sociologia – “Designa uma maneira de analisar a disposição dos fatos sociais que reduzida a sua épura constitui uma contribuição positiva e original. O funcionalismo é também uma doutrina que tira dos fatos de interação e de interdependência, características da ação social, conseqüências abusivas e mal fundamentadas” (BOURRICAND, 1993)

HEDONISMO

Dicionário da língua portuguesa - Doutrina que atribui ao prazer uma predominância quer de facto, quer de direito, sistema moral que considera o prazer como supremo bem que a vontade deve atingir. Tendência para agir de maneira a evitar o que é desagradável e atingir o que é agradável.

Dicionário de filosofia – “termo que indica tanto a procura indiscriminada do prazer, quanto à doutrina filosófica que considera o prazer como bem possível, portanto como fundamento de vida moral” (ABBAGNANO, 2000)

Dicionário das ciências sociais – “Doutrinas filosóficas onde o bem supremo se encontra no prazer, hedonistas são os que defendem um principio análogo como motor da economia. Consiste no fato do homem procurar obter o Maximo prazer com mínimo de esforço” (BIROU, 1982)

terça-feira, 25 de agosto de 2009

O que significa??

DOGMATISMO

Dicionário da língua portuguesa – Atitude de quem afirma com intransigência sem prova, nem crítica prévia, doutrina que admite a possibilidade do homem alcançar a verdade, e a possibilidade e a validade do conhecimento absoluto, afirmação autoritária.

Dicionário de filosofia – “O significado desse termo foi fixado pela contraposição que os céticos estabeleceram entre os filósofos dogmáticos, que definem sua opinião sobre todos os assuntos, e filósofos céticos que não a definem” (ABBAGNANO, 2000)

EMPIRISMO

Dicionário Aurélio - Doutrina pela quais todas as idéias são fornecidas pela experiência, opondo-se assim ao racionalismo; ou método que se pretende fundar-se apenas na experiência, opondo-se então ao método científico, método filosófico baseado na idéia de que a única forma válida de conhecimento é aquela obtida através do emprego dos sentidos.

ESTRUTURALISMO

Dicionário Aurélio - Teoria e metodologia do estudo da língua com um sistema de elementos relacionados entre si.

Dicionário de sociologia – Teoria lingüística que considera a língua como um conjunto estruturado, em que as relações definem os termos. Tendência comum a várias ciências humanas (psicologia, etnologia etc.), que visa a definir um fato humano em função de um conjunto organizado e dar conta desse último através de modelos matemáticos.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Tecnica e Humanismo Perante a Infalibilidade da Morte

Embora faça parte do ciclo natural da vida, a morte ainda nos dias atuais é um tema polêmico, por vezes evitado e por muitos não compreendida, gerando medo e ansiedade nos indivíduos.
No contexto social geral, o tema adquire vários significados, mas nas unidades hospitalares de emergência, onde o viver e o morrer se aproximam, as nuances são acentuadas por serem locais que tem compromisso com a vida, e a responsabilidade de assistir o indivíduo até o fim de seu ciclo vital.
A vida é o primeiro bem a que todos os seres humanos têm direito. Desde criança ouvimos a velha máxima “crescei e multiplicai”, mas nunca pensamos ou alertamos sobre o ato inevitável do “morrer”; e sempre que refletimos sobre a morte, nos vem algo trágico, uma intervenção maligna fora do nosso alcance e não como algo normal inerente a nossa condição de mortais.
A morte, de uma forma geral, é a única certeza da vida, uma vez que se constitui no ponto crucial de nossa existência. É o seu caráter irrevogável que a reveste de mistérios, sedução e ansiedade, tornando-a a maior interrogação da humanidade.
Ao longo da história do homem, esta questão tem despertado sentimentos diversos e inúmeras reflexões. De forma geral, no percurso de seu estudo, a ansiedade e o medo gerados por ela levam a negação pela sociedade culminando no ponto em que estamos hoje, expropriando o ato de morrer, tentando a todo custo salvar a vida do indivíduo, dando maior ênfase aos aparelhos e monitorização dos sinais vitais do que aos sentimentos e expectativas daquele ser humano, que se encontra ali tão fragilizado.
Vivenciar na pratica e atender indivíduos graves e em situação de morte eminente é um grande desafio dos profissionais da área de saúde, relembrando que todo o movimento do profissional desta área é em direção do bem estar, a saúde física e a vida. Ninguém deixa de pensar a respeito da morte. Por mais que tentemos nega-la ou evita-la, a sua existência é um fato e ninguém pode fugir. Ao pensarmos sobre ela tornamo-nos ansiosos e os valores e as crenças pessoais interferem decisivamente no comportamento adotado individualmente perante esta questão. Pouco se fala sobre a morte porque ela é uma evidencia de nosso limite, da nossa fragilidade enquanto humanos e o sofrimento fica mascarado pelo cumprimento de normas e rotinas.
A equipe de profissionais da saúde é a primeira a lidar e sentir a morte do indivíduo já que o mesmo foi dependente de seus cuidados e a tarefa de retirar aparelhos e cateteres, limpar, enrolar e transportar ao necrotério da instituição faz parte da rotina e alem disso comunicar a família e emitir atestado de óbito faz parte das obrigações dos mesmos, enquanto para a família restam os atributos sociais como velório, enterro, recebimento de familiares e amigos, portanto o contraste do humanismo e o ato de morrer é bem evidente quando a morte ocorre no ambiente hospitalar.
Sob esta ótica, pode-se compreender com exatidão a importância dos profissionais da saúde nesta fase da existência humana afirmando que a morte não é um acontecimento meramente biológico e sim um fenômeno social. Entender esse fenômeno dentro desta perspectiva de tempo e espaço incute nos profissionais o dever de compreende-lo, que sua prática seja um reflexo de entendimento através de uma abordagem ética, psicológica, filosófica, histórica, religiosa, cultural e jurídica sobre o que se faz e seus reflexos sobre os receptores deste fazer.
É verdadeira a afirmação de que a ciência não pode curar o homem do medo da morte e da ansiedade que ela suscita. A modernidade evidencia antigos conceitos pouco enfatizados. A tecnologia desfaz algumas das antigas distinções entre a vida e a morte dando maior amplitude de avaliação e uma necessidade maior de sabedoria. Os avanços tecnológicos e o conhecimento médico-biológico determinam o ser humano como consumidor de cuidados de saúde, entretanto toda esta modernidade de aparelhos e medicamentos não foi capaz de afastar a angustia humana diante da infalibilidade da morte.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Bolsa Família

Atribuições da Instância de Controle Social:
Acompanhar, avaliar e subsidiar a fiscalização e o movimento do processo de cadastramento nos municípios, da seleção dos beneficiários, da concessão e manutenção dos benefícios, do controle do cumprimento das condicionalidades, da articulação de ações complementares para os beneficiários do Programa, e da gestão do Programa como um todo (Decreto 5.209, de 2004, art. 31, I; IN MDS 01, de 2006, art. 8°, V, a).

Documentos e informações a serem solicitados:
Solicitar ao gestor municipal que providencie, para os membros do Conselho, junto à Caixa Econômica Federal, o acesso aos dados e informações constantes em sistema informatizado (Sibec) desenvolvido para gestão, controle e acompanhamento do Programa Bolsa Família e dos programas remanescentes.A relação de famílias do município constantes no cadastro único

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Bolsa Família: Cadastro Único

O cadastro único instituído pelo Decreto 3.877, de 2001, é um instrumento para identificar as famílias em situação de pobreza de todos os municípios brasileiros. Este cadastro permite nortear a implementação de políticas públicas voltadas para as famílias de baixa renda. Os dados e as informações coletados são processados pela Caixa Econômica Federal, que identifica os beneficiários e atribui o respectivo número de identificação social (NIS), de forma a garantir a unicidade e a racionalização do processo de cadastramento pelos diversos órgãos públicos.
Este banco de dados proporciona aos governos municipais, estaduais e federal o diagnóstico socioeconômico das famílias cadastradas, possibilitando a análise das suas principais necessidades. O Governo Federal utiliza o Cadastro Único para identificar os potenciais beneficiários dos programas Bolsa Família, Agente Jovem, Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) e desconto da tarifa de energia elétrica. Da mesma forma, vários estados e municípios já utilizam este cadastro para identificar o público-alvo dos seus programas.
A Lei que criou o Programa Bolsa Família (Lei 10.836, de 2004) prevê que o controle e a participação social do Programa Bolsa Família serão realizados, em âmbito local, por um conselho ou por um comitê instalado pelo Poder Público. Deve ser formalmente constituído pelo município, respeitando a paridade entre governo e sociedade, e deverá ser composto por integrantes das áreas da assistência social, da saúde, da educação, da segurança alimentar e da criança e do adolescente, quando existentes, sem prejuízo de outras áreas que o município julgar conveniente.
O ato do chefe do Poder Executivo municipal que institui a instancia de controle social do PBF, também conterá a indicação dos representantes do governo e da sociedade civil local e de seus respectivos suplentes, bem como a duração do mandato e a admissibilidade de recondução dos membros. Cabe ainda ao município definir o processo de escolha dos membros da instancia de controle social.
Havendo questionamento de legitimidade do processo de escolha dos membros da instância de controle social no município, deve ser encaminhado recurso à instância de controle social do Estado, para acompanhamento, e à Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc) do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), para analise e providências cabíveis.
Cabe ainda ao município oferecer suporte para o efetivo funcionamento do conselho, conforme dotação orçamentária assegurada para o seu funcionamento.